Segunda-feira, 17 de Agosto de 2015

O antioxidante que é 800 vezes mais poderoso do que a coenzima Q10

Descubra como este poderoso antioxidante pode ajudar a tratar doenças crónicas, apoiar a função cardiovascular ideal e ainda dar brilho à pele!

Quando as palavras anti-envelhecimento, longevidade e bem-estar estão ligadas a um suplemento ou produto para a saúde, certamente o antioxidante da moda vem logo a seguir. Como consumidor experiente, não se quer deixar enganar pela publicidade exagerada.

Embora os antioxidantes sejam sinónimo de anti-envelhecimento, a maioria dos fabricantes de alimentos e suplementos poupa na qualidade e quantidade, deixando a cobertura antioxidante tão eficaz como um guarda-chuva cheio de buracos. 

É hora de consertar esses buracos para sempre, com a correcta informação sobre tudo o que é antioxidante, incluindo informação privilegiada acerca de um antioxidante que é 800 vezes mais poderoso do que a coenzima Q10 (CoQ10)! Está provado que este antioxidante dá uma aparência e sensação de maior juventude, não só ao prevenir mas também ao reverter os efeitos do envelhecimento.

A dose certa de antioxidantes pode ajudar a manter:

  • O cérebro e o sistema nervoso a funcionar na potência primária
  • O sistema articular e esquelético a mover-se com facilidade
  • Os músculos a trabalhar na capacidade máxima e sem dores
  • O corpo a recuperar mais rapidamente do exercício e esforço vigorosos
  • O sistema imunológico a funcionar em pleno
  • A resposta inflamatória sob controlo, cortando pela raiz as enfermidades crónicas
  • A pele com aspeto radiante, suave e anos mais jovem do que sua idade biológica

Os antioxidantes são o equivalente de soldados que trabalham para esmagar um exército de guerrilheiros rebeldes (radicais livres). Os radicais livres devastam as células, à procura de roubar electrões. Assim que capturam um electrão de uma célula saudável, essa célula torna-se o próprio radical livre e o ciclo continua, danificando inúmeras células e tecidos e acelerando o envelhecimento e a doença.

O corpo foi construído para resistir aos radicais livres, mas não pode fazer o trabalho sem a nossa ajuda. São necessários níveis elevados de antioxidantes para destruir os perigosos radicais livres antes que eles possam causar danos, e somos nós que devemos fornecer esse alimento. Mais fácil dizer do que fazer…

Não só a exposição aos radicais livres aumentou dramaticamente, devido à poluição, toxinas e dietas inadequadas, mas a nossa oferta de antioxidantes também tem diminuído... uma receita para o desastre! Os especialistas estimam que quase todos os americanos, mesmo os fanáticos das frutas e vegetais, têm uma grande carência de suporte antioxidante.

O esgotamento do solo tem roubado à produção agrícola 40% do poder antioxidante que tinha há 50 anos, e a modificação genética de frutas e legumes cortou drasticamente os níveis de antioxidantes e introduziu mais produtos químicos e toxinas na corrente sanguínea.

Estou certo que todos concordam que os suplementos antioxidantes são um imperativo para qualquer indivíduo preocupado com a saúde. A questão é que tipo e quantas vezes?

O que é que salmões e flamingos têm em comum? Ambos consomem um poderoso antioxidante que só se encontra nas microalgas Haematococcus pluvialis. É isso que lhes dá aquela pitoresca tonalidade rosa. Mas este antioxidante é mais do que apenas um pigmento colorido, é um guerreiro exterminador dos radicais livres que evita e reverte os efeitos da oxidação.

A família carotenóide − encontrada em abundância nos vegetais coloridos, como cenoura, beterraba e pimentão − é composta por 700 antioxidantes pigmentados diferentes, sendo o beta-caroteno o mais popular, mas não o mais poderoso.

A astaxantina, apelidada “rainha dos carotenóides”, é 54 vezes mais potente que o beta-caroteno! Tem 6 000 vezes mais poder para extinguir a oxidação do que a vitamina C e 800 vezes mais do que a CoQ10!

A astaxantina tem a capacidade única de se infiltrar em todas as células do corpo, uma habilidade que não se encontra na maioria dos antioxidantes. Mais do que isso, ela pode proteger ambas as partes solúvel em água e solúvel em gordura da célula para protecção total das células!

As maiores concentrações de astaxantina encontram-se nos músculos do salmão, pois é o combustível que fornece energia à resistência do salmão para nadar contra a corrente. Exerce o mesmo efeito sobre os nossos músculos, onde se armazenam as mitocôndrias, que são fábricas celulares que fornecem 95% da energia que o corpo usa como combustível.

Então, faz sentido que as mitocôndrias apareçam nos tecidos musculares, onde temos a maior necessidade de energia. Mas há uma desvantagem para essa actividade geradora de energia − quanto mais extenuante for a actividade, mais radicais livres são criados.

A astaxantina neutraliza essa situação potencialmente perigosa, eliminando os radicais livres que tentam causar estragos nos tecidos musculares. Reforçar as defesas com o suporte da astaxantina irá proporcionar uma melhoria na resistência e força, e uma redução nas lesões e dores nos músculos e articulações.

A astaxantina actua como um anti-inflamatório 100% natural e funciona tão bem como, ou ainda melhor do que outras “soluções” e sem efeitos secundários, tais como adição, hemorragia gastrointestinal e azia.

Reduz os compostos inflamatórios que sinalizam a dor e fomentam a doença crónica. Por exemplo, bloqueia as enzimas COX-2 responsáveis pelo edema e inflamação. A astaxantina é tão segura que pode usá-la juntamente com qualquer outro anti-inflamatório que esteja a tomar!

A astaxantina também ajuda a suportar a função cardiovascular ideal, ao inibir a proteína C reactiva (PCR) em mais de 20%, em apenas oito semanas! De acordo com a Associação Americana do Coração, a PCR é um marcador primário em pessoas com problemas cardíacos.

Os antioxidantes comuns, como as vitaminas C e E, embora erradiquem efectivamente os radicais livres no organismo, não fazem nada para proteger contra os radicais livres que ameaçam o cérebro. Estes antioxidantes típicos não podem passar a barreira hemato-encefálica, um muro de protecção que defende o cérebro das toxinas prejudiciais. Lamentavelmente, a barreira hemato-encefálica é tão eficaz que mantém igualmente os antioxidantes benéficos do lado de fora.

A boa notícia é que a astaxantina é capaz de se infiltrar na barreira hemato-encefálica e proteger contra a inflamação e perda de memória.

Pesquisadores da Universidade de Tohuku, no Japão, estudaram 30 homens e mulheres saudáveis, com idades entre 50 a 69 anos, para medir os efeitos da astaxantina sobre o funcionamento cognitivo global. Os resultados, publicados no Jornal Britânico de Nutrição, mostraram que a astaxantina não só atingiu o cérebro numa proporção muito maior do que outros antioxidantes, mas também reduziu os níveis dos compostos de radicais livres que se provou estarem na origem do declínio cognitivo.

Quando pode ver a prova visível de que o seu corpo se está a transformar num templo de bem-estar, não pode deixar de se sentir melhor! Este sentimento não está apenas na mente, pois a astaxantina ajuda a melhorar a aparência da pele, ao equilibrar os níveis de humidade, alisar as linhas finas e rugas, aumentar a elasticidade, e desvanecer manchas e sardas.

Como? Porque a astaxantina neutraliza os radicais livres antes que eles possam causar danos e absorve os raios ultravioletas (UV), protegendo a pele dos danos do sol.

Uma vez que a astaxantina é proveniente de uma única microalga, a suplementação é fundamental. Embora se possa obter em segunda mão ao comer salmão, teria de comer quase um quilo de salmão selvagem do Atlântico para tirar proveito. De acordo com o Grupo de Trabalho Ambiental, o salmão de viveiro contém os níveis mais altos de produtos químicos sintéticos tóxicos ou bifenilos policlorados (PCB).

Outro estudo amplamente divulgado na revista Ciência mostrou que o salmão de viveiro tinha níveis de PCB e outras toxinas 7 vezes mais elevados do que o salmão selvagem do Pacífico.

E os peixes selvagens capturados no oceano não são realmente mais seguros, porque os oceanos estão poluídos com resíduos tóxicos. Estes materiais venenosos são ingeridos pela vida marinha e ascendem na cadeia alimentar, contaminando os animais marinhos e, eventualmente, a saúde humana. Vários outros estudos têm mostrado que a maioria das espécies de peixes estão carregadas com toxinas causadoras de cancro, tais como metilmercúrio, dioxinas e PCB. 

http://undergroundhealthreporter.com/free-radicals-antioxidants/

 

publicado por Rui Vaz às 09:09
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