Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

O lomatium cura a gripe?

Isso é um FACTO.

A pandemia de gripe, em 1918, matou mais pessoas do que a I Guerra Mundial − mais vidas foram perdidas para a epidemia de gripe em apenas um ano do que nos quatro anos da Peste Negra (séc. XIV). Os americanos tentaram combater a gripe com óleo de rícino, tabaco, morfina e aspirina, mas com pouco sucesso.

Ernst Krebs, um médico de Carson City, Nevada, reparou que os nativos da tribo Washoe se curavam rápida e completamente. Eles tratavam os doentes com um antibiótico natural anti-gripe, o lomatium, uma erva que pertence à família Apiaceae (cenoura). Parecia ter notáveis propriedades antibacterianas e antivirais, e o Dr. Krebs relatou no Boletim do Conselho de Saúde do Estado de Nevada, em 1920:

“Seja ou não coincidência, não houve uma única morte devida à gripe e suas complicações na tribo Washoe, embora os índios que vivem noutras partes do estado onde a raiz não crescia tenham morrido às centenas. Foi uma coincidência notável, de tal forma que a raiz foi investigada por um clínico que viu casos aparentemente desesperados recuperarem sem qualquer outro medicamento ou cuidado médico”. 

O lomatium cresce espontaneamente no litoral noroeste do Pacífico, Nevada e montanhas do Oregão. Os seus efeitos antivirais são atribuídos à presença de ácidos tetrónicos e glicosídeo de luteolina, e os investigadores estão actualmente a examinar as cumarinas do lomatium como um tratamento potencial para a infecção do VIH/SIDA.

O lomatium ajuda a aumentar a imunidade, diminuindo a inflamação no corpo. Os seus efeitos anti-inflamatórios têm sido elogiados por aliviar dores musculares e articulares, diminuir o inchaço nas articulações e tratar inchaço e edema, tornando-o um tratamento viável para doenças auto-imunes como a fibromialgia.

Tradicionalmente, os nativos americanos descascavam a raiz, que depois secavam e trituravam em farinha para fazer biscoitos doces. Todas as partes da planta são comestíveis e eles também comiam as sementes cruas ou torradas ou moíam-nas em farinha. A planta era usada para tratar infecções do tracto urinário e doenças respiratórias, tais como pneumonia, tuberculose, bronquite, tosse crónica e asma.

Os efeitos antivirais do lomatium estendem-se à hepatite, papeira, herpes, sarampo, varicela, dor de estômago, mononucleose e vírus Epstein-Barr.

O lomatium também pode ser aplicada topicamente como cataplasma para cortes, arranhões, erupções cutâneas e feridas.

Em 1999, o estado de Montana emitiu uma moratória sobre a colheita de lomatium na natureza, porque a planta está ameaçada em algumas áreas da região. Se tem um jardim, considere produzir o seu próprio fornecimento de lomatium. Seque as folhas e coloque uma a duas colheres de chá em água a ferver, durante 25 minutos, para se deleitar com uma infusão de lomatium. Quando secado correctamente, o lomatium conserva as suas propriedades terapêuticas até três anos.

Se tomar o lomatium em forma de tintura, a dose padrão são 10-30 gotas até 4 vezes por dia, e em forma de extracto 1-3 ml três vezes por dia.

Tem-se verificado que o lomatium causa náuseas e erupção cutânea, caso seja tomado em doses muito elevadas. Se for susceptível a erupções na pele, então use isolados de lomatium, que são extractos de lomatium cujas resinas (responsáveis por provocarem a erupção cutânea) foram removidas.

Consulte sempre o seu médico antes de adicionar uma planta medicinal ao regime alimentar. Demonstrou-se que o lomatium amplifica os efeitos de medicamentos diluidores do sangue e imuno-potenciadores.

http://undergroundhealthreporter.com/fact-or-myth-does-lomatium-heal-the-flu/

 

publicado por Rui Vaz às 20:03
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