Sábado, 4 de Julho de 2015

Os perigos dos óleos vegetais para a saúde

Sabia que os óleos baratos podem ter um custo elevado quando se trata da sua saúde?

Durante a última década, o consumo de óleo vegetal aumentou drasticamente. Embora estes óleos possam parecer um alimento conveniente e acessível na despensa, os estudos revelam que pode haver um alto preço a pagar mais tarde − começando com resultados que mostram como estes óleos contêm grandes concentrações de produtos químicos e pesticidas!

Os óleos vegetais são populares, devido ao seu baixo preço e versatilidade − podem ser usados de muitas maneiras diferentes por cadeias de comida rápida, restaurantes e em casa. Estes óleos também aparecem nas listas de ingredientes de uma ampla variedade de alimentos processados, tais como:

  • Molhos para salada
  • Marinadas
  • Queijos para barrar
  • Produtos de panificação

Em 2012, investigadores na Polónia descobriram pesticidas comuns e conhecidos cancerígenos humanos em óleos vegetais, num total de 74 categorias distintas de pesticidas! E não eram apenas vestígios, já que os níveis químicos medidos excediam a concentração máxima permitida pela Convenção de Estocolmo, que estabelece os limites para a quantidade de poluentes permitidos nos alimentos.

Em 2012, investigadores na Polónia descobriram pesticidas comuns e conhecidos cancerígenos humanos em óleos vegetais, num total de 74 categorias distintas de pesticidas! E não eram apenas vestígios, já que os níveis químicos medidos excediam a concentração máxima permitida pela Convenção de Estocolmo, que estabelece os limites para a quantidade de poluentes permitidos nos alimentos.

Além dos pesticidas, os pesquisadores polacos encontraram também substâncias químicas sintéticas perigosas, incluindo 18 tipos de bifenilos policlorados (PCB), que estão associados a defeitos hormonais e doenças, 15 tipos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP), conhecidos por causar cancros da pele, pulmão e estômago, e 14 tipos de éteres difenil polibromados (PBDE), produtos químicos retardantes de chama, ligados a defeitos de nascença, alterações neurocomportamentais e cancro.

Alguns tentam alegar que os óleos “prensados a frio” são mais saudáveis do que outras formas de óleos vegetais. Com a pressão a frio, o líquido é isolado sem a utilização de calor, e as propriedades químicas dos óleos não são alteradas. Isso pode diminuir alguns dos perigos associados ao consumo de óleo vegetal, mas não todos certamente − os óleos usados nos testes polacos foram prensados a frio!

Se encara a sério a protecção da sua saúde, a melhor coisa a fazer é evitar por completo os óleos vegetais. Um bom primeiro passo é deixar de cozinhar com eles, não só o óleo de palma, mas também:

  • Óleo de canola
  • Óleo de milho
  • Óleo de algodão
  • Óleo de cártamo
  • Óleo de amendoim
  • Óleo de gergelim

Do igual modo, deve ter cuidado com as margarinas e gorduras, que podem conter os mesmos tipos de compostos nocivos.

Uma boa alternativa aos óleos vegetais, dizem os especialistas, é o óleo de coco virgem orgânico, que não só está isento dos inconvenientes dos óleos vegetais, mas também pode trazer benefícios significativos para a saúde! Os estudos indicam que o consumo de óleo de coco pode proteger contra a doença de Alzheimer e problemas cardíacos.

Se não lhe agrada o sabor, pode querer experimentar um óleo de coco refinado. O processo de refinação resulta num óleo inodoro e incolor. Se escolher um óleo refinado pouco processado, a composição não será muito alterada.

Uma vez que o óleo de coco tem uma notável estabilidade térmica, trata-se do melhor óleo para cozinhar; no entanto, se quiser adicionar variedade, o azeite extra-virgem e a manteiga ou “ghee” (manteiga líquida) de animais criados em pastagens também são opções saudáveis.

http://undergroundhealthreporter.com/the-health-dangers-of-vegetable-oils/

 

publicado por Rui Vaz às 07:38
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