Sabia que afro-americanos alimentados com uma dieta tradicional africana reduziram significativamente o risco de cancro do cólon?
De acordo com a Sociedade Americana do Cancro, os afro-americanos têm a maior taxa de mortalidade e a menor taxa de sobrevivência de qualquer grupo racial ou étnico, nos Estados Unidos, para a maioria dos cancros.
De modo a investigar qual o efeito da dieta sobre o cancro em afro-americanos, pesquisadores da Universidade de Pittsburgh deram aos afro-americanos uma dieta africana tradicional, e aos africanos uma dieta americana típica. Os resultados são elucidativos e chocantes.
As taxas de cancro do cólon nos sul-africanos rurais são muito mais baixas do que nos afro-americanos, estando nestes associadas a um maior consumo de proteína e gordura animal, bem como a uma menor ingestão de fibra. Assim, os pesquisadores deram a 20 afro-americanos uma dieta africana pobre em gordura e rica em fibras, composta de legumes, feijão, farinha de milho, e apenas um pouco de carne. Por sua vez, deram a 20 africanos uma dieta americana típica com alto teor de gordura e baixo teor de fibras.
Após 2 semanas, realizaram colonoscopias em todos os sujeitos. Os testes mostraram que os afro-americanos a seguir uma dieta africana tinham aumentado os níveis de butirato, um ácido gordo que protege contra o cancro do cólon.
Quanto aos africanos a fazer uma dieta americana mostravam alterações intestinais que os cientistas afirmam serem os biomarcadores do desenvolvimento de células cancerígenas.
O Dr. Stephen O’Keefe, líder da pesquisa, declarou: “Ficamos espantados com a gravidade e amplitude das mudanças. Nos africanos, as alterações da dieta produziram microflora que era cancerosa. Tudo isso aconteceu apenas em 2 semanas e foi bastante surpreendente.”
Segundo os Centros para Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), as doenças cardíacas, cancro, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e diabetes estão entre as principais causas de morte nos afro-americanos, e podem estar ligadas a altas taxas de obesidade em pessoas de cor.
As taxas de obesidade mais do que triplicaram desde os anos 70 e são responsáveis por 1 em cada 5 mortes por cancro.
A Sociedade Americana de Oncologia Clínica informou recentemente que a obesidade irá ultrapassar em breve o tabaco como a principal causa de cancro.
A investigação tem associado a obesidade ao cancro maligno da mama em mulheres na pós-menopausa e ao cancro da próstata em homens idosos.
http://undergroundhealthreporter.com/a-traditional-african-diet-may-protect-against-colon-cancer/
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